MCCE alerta para risco de atraso em julgamento que pode enfraquecer a Lei da Ficha Limpa
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) alerta para articulações que podem adiar o julgamento da ADI 7881 no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação questiona a lei que enfraquece a Lei da Ficha Limpa ao reduzir prazos de inelegibilidade para políticos condenados.
Segundo o movimento, há tentativas de interromper o julgamento por meio de pedido de vista, o que pode empurrar a decisão para depois do registro das candidaturas das eleições de 2026. Na prática, isso pode abrir espaço para candidaturas que seriam barradas pelas regras originais da Ficha Limpa.
O MCCE afirma respeitar as prerrogativas dos ministros do STF, mas considera preocupante o uso de mecanismos que provoquem atraso em uma decisão considerada essencial para a segurança jurídica e a confiança da população no processo eleitoral.
Criada por iniciativa popular, a Lei da Ficha Limpa é apontada pelo movimento como uma das principais conquistas da sociedade brasileira no combate à corrupção e na defesa da ética na política.
Por isso, o MCCE defende que o STF conclua o julgamento em tempo hábil, garantindo clareza nas regras eleitorais antes das eleições de 2026. O movimento também pede que a sociedade acompanhe o caso com atenção, em defesa da integridade das eleições e da democracia brasileira.
Brasília/DF, 26 de maio de 2026.
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
MCCE
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Fonte: MCCE